Quem sou eu

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Eis que surge uma nova ideia... Meu nome é Juliana Peixoto, e decidi falar ao mundo todas as minhas indignações e protestos... Espero que sensibilize alguém, a vida é feita de caminhos e escolhas, e todo ser humano é responsável pelo que faz... ............................................. Escrevo para expressar meus pensamentos e opiniões, meus devaneios, alegrias, medos e indignações. Acredito fielmente em tudo que digo, minhas palavras são minhas verdades e não me importa se você querido leitor, for contrário a elas, eu sou livre para escrever e você é perfeitamente livre para pensar o que quiser. Que amor, respeito e verdade possam ser as diretrizes de todos que ousarem ler as minhas linhas!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Caminho


O caminho é inconstante, sem teoria, você vai na tentativa e erro, bate a cabeça, mas não se esqueça da batalha. Não desista, insista. Faça suas escolhas e apostas. Fique atento, mas siga o sentimento, escolha o bem e aí não temerás ninguém.

Quando se é simples e "puro", quando se é essência a consequência é a evolução, revolução interna, no intelecto, só você com você, sem máscara. Se escolher a verdade o universo conspira a favor.

Eu caminho com amor, vou nessa luta, também sinto dor, mas sigo em frente. Confio na sorte, faço a minha sorte e não acredito na morte pois meu espírito é imortal, sou luz. Somos energia e a magia é que somos todos um.

Eu acredito no poder da inspiração, da respiração e da transformação. Pratico o respeito e tenho direito de não pensar igual.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Feliz aniversário Aninha


O Universo me presenteou com uma amiga, mais que isso, com uma irmã. Um alguém tão parecido comigo (inclusive nos pontos negativos) que não há como não sorrir e agradecer um milhão de vezes. Ela dissipa a tristeza com um sorriso, e mesmo tão nova, consegue compreender meus pensamentos mais oblíquos. Até nos eufemismos somos parecidas e adoramos usar palavras difíceis, não para que os outros fiquem sem entender, mas para estimular os neurônios dos que estão ao nosso redor.

Ela é luz, cheia de brilho e amor inconfundíveis, sabe se comportar e consegue viajar pelos universos paralelos mais legais comigo, mesmo estando de corpo presente nessa terra cheia de gente inconsequente. Aninha é pequena de coração gigante, sabe semear sonhos e colher flores imaginárias, sabe cultivar amor e colhe algumas vezes dor por ser de coração tão puro. Pena que muitos não conseguem enxergar isso.

Minha amiga escreve muito bem, tem o dom de transformar em palavras os sentimentos engavetados por não haver quem de fato mereça ouvir de sua boca a poesia do decorrer do dia, e os meninos, coitados, tão apaixonados nem sabem como lidar, é muita essência pra poucos entendidos no assunto. Ganham e perdem a chance de estar ao lado dessa menina genial.

Hoje são os vinte e três, mas seu espírito é ancião, vindo de uma galáxia distante entendida e praticante de amor, veio pra ajudar "seu povo" a entender mais sobre esse sentimento nobre e adormecido na essência humana e eu tenho o prazer de poder ajudá-la nessa jornada, afinal semelhante atrai semelhante, nos conhecemos não por acaso, e sabemos da nossa missão.

Minha amiga querida e verdadeira, desejo que nessa vida inteira tenha tudo que precisares, vamos juntas semear bondade, leveza, carinho e amor, vamos gritar ao mundo que não precisamos dele pra continuarmos felizes, vamos trabalhar o perdão, pois tem gente que inveja o sorriso verdadeiro, e infelizmente não conhecem o que é paz de espírito. Vamos nessa leveza abdicar da materialidade e no poder mágico do invisível seremos invencíveis e um dia... um dia... conseguiremos nos teletransportar!!!

Beijos de luz em sua alma iluminada!

Te amo amiga querida!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Inércia passional


Estou realmente de mãos e coração atados, nada sinto e não sei o que fazer para mudar isso, não sinto medo, não sinto amor nem dor, e como Arnaldo Antunes disse em sua música, "já não sinto nada". Descobri (e doeu perceber isso) que minhas paixões são efêmeras, pois ao ver que não há reciprocidade eu simplesmente as deleto do meu cérebro (ou coração, embora não acho que o coração seja o lugar apropriado).

Gosto da paixão pois ela me dá ânimo e inspiração, gosto do envolvimento, do cuidado, gosto da saudade, do frio na barriga devido a espera pelo encontro. Gosto do encanto, de encantar e ficar encantada. Gosto da sedução, de carinhos, beijos, mas não me encanto pela promiscuidade. Gosto do que é essencialmente verdadeiro, mas me entristeço sempre que lembro que vivo em um mundo com sentimentos tão sucateados.

O amor que em si é algo tão simples, se tornou obsoleto, inatingível, inalcançável e terrivelmente complicado de se entender. Como se não bastasse, a resistência que insiste em continuar amando acaba sendo taxada de idiota, ou seja, o poeta apaixonado pelo amor é um otário que cultiva a dor de um sentimento exclusivamente seu, e em seu direito de sentir o que quiser é logo julgado como um ser desprezível apenas porque ama. Amar está virando um ato de violência. Que absurdo!

Agora devo eu pedir desculpas por sentir amor? Devo me colocar no lugar de ré confessa, ajoelhar em grãos de milho, rezar um trilhão de aves marias para receber perdão pelo simples ato de amar? Os valores estão tão invertidos, e isso não me diverte nem um pouco. A essência humana que padece por carecer de amor vai encontrando literalmente o fundo do poço por oprimir um sentimento tão essencial.

Eu não sei o que está passando em meu coração, sei que novos encantos estão por vir em novos encontros, e nem por parecer otária vou deixar de aproveitar com amor e carinho toda novidade que surgir. Vou mergulhando de cabeça porque nunca aprendi a ser superficial, e há milhares de anos venho tentando retomar minha essência, que nesta vida enfim está se tornando um pouco mais clara.

Enquanto o coração dói por me sentir inerte na arte da paixão, minha alma sorri com a simplicidade que aprendi praticando o amor incondicional. E enquanto um ser (de outro planeta) não me descobre como sua alma gêmea, e me reconheça como um ser singular (que sou), sigo cantando e amando, compreendendo e praticando todo o sentido da equanimidade. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Idas e vindas de um amor que nunca vem...

E por essas idas e vindas de um amor que nunca vem, escolhi amar a mim e me surpreendo todos os dias com a reciprocidade que tenho ao sorrir olhando para o espelho...

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Para "ele"...

Me abster dos problemas e procurar a cura para minha dor sem magoar pessoas queridas é o que preciso... Medito em meu silêncio, mas solto os cachorros em quem me oferece abraços... Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata...

Minha intenção não foi te magoar, não gosto de te machucar, mesmo com uma ferida aberta em meu peito. Tento fazer tudo direito, mas direto eu erro na dose, ou coloco muito afeto ou esqueço, esse desequilíbrio me perturba, mas é bom que me conheças nos momentos de baixa, tenho versões estranhas até para mim. Não quero o nosso fim, se você quiser até entendo... Coisa doida é o tal sentimento... A gente cativa as vezes sem saber se é o que a gente quer...

O bom da vida é ser feliz, viver semeando a positividade sem se preocupar com a idade, com o tempo, sem lamento ou sofrimento. Eu te quero, é sincero o que sinto, não minto mas me escondo, afinal ainda existe medo, e esse é um dos meus segredos. Se precisar vou virar a página, nada é mais sem graça que um sentimento não correspondido.

Tomei um comprimido para aliviar a dor, tomei um impulso, te ofereço uma flor, te ofereço meu coração cheio de festa e fogos de artifício... Tire de mim esse medo, me conte também seu segredo, me cante e me encante, me devore!

De TPM

Sou mulher, sou menina, eu choro, mesmo transbordando amor... Sou pura paz, mas também sinto dor, também tenho dúvidas e dívidas, e o humor às vezes fica em frangalhos, não existem atalhos, acho que todo mundo tem seus altos e baixos, e em minha tpm confesso que quero muito chorar, com os olhos marejados solto o freio e deixo as lágrimas rolarem em minha face.

Não quero contra-argumentos que me obriguem a pensar diferente, ao menos um instante, no momento da dor, quero ser igual aos medíocres... Minha força se reduz mas mesmo assim não deixo de ser luz. No momento da abstinência sofro ainda mais a ausência do meu anti-depressivo natural.

Minha voz rouca sem minha mente louca, com o coração sedento de sentimentos e afeto, vou seguindo, na certeza de que só faltam 2 dias para tudo novamente mudar, e então retomar o meu brilho no olhar que é intenso. No labirinto das minhas emoções vivo a confundir a inércia com algo real, me iludo isso é fato, mas não me faz mal, eu já aprendi a transmutar...