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Eis que surge uma nova ideia... Meu nome é Juliana Peixoto, e decidi falar ao mundo todas as minhas indignações e protestos... Espero que sensibilize alguém, a vida é feita de caminhos e escolhas, e todo ser humano é responsável pelo que faz... ............................................. Escrevo para expressar meus pensamentos e opiniões, meus devaneios, alegrias, medos e indignações. Acredito fielmente em tudo que digo, minhas palavras são minhas verdades e não me importa se você querido leitor, for contrário a elas, eu sou livre para escrever e você é perfeitamente livre para pensar o que quiser. Que amor, respeito e verdade possam ser as diretrizes de todos que ousarem ler as minhas linhas!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Seja o contra-efeito do negativismo


Fazer o bem sem olhar a quem, tarefa difícil visto o mundo em que vivemos. Tem pessoas que não merecem o bem alheio, ouso dizer, pessoas que vivem envoltas numa nuvem negra de maus sentimentos e potencial energético tão baixo que ofende quem dirige a eles o olhar, que fere quem lhes estendem a mão, seres que desconhecem a gratidão e o amor ao próximo.

Seres inescrupulosos, sem coração ou alma, sem algo que garanta a permissão de ser chamado de humano. Sanguinários, vivem esperando o momento de sacanear alguém, e para esse tipo de pessoa pisar na cabeça do próximo é uma coisa tão corriqueira que não faz a menor diferença comparado com o "pisar no chão". Vermes imundos, câncer do planeta Terra, fico a me perguntar se dentro deles existe essência divina, se existe, encontra-se em estado vegetativo.

Não falo sobre os que erram, afinal errar é humano mas desumano é errar por princípios, errar porque vai se dar bem, vai se sobressair e deixar alguém diminuído, esses aí erram por prazer, prazer de ver o "bom" padecer, sofrer, sem arrependimento ou lástima. Agem como cães cruéis e entram em delírio quando vêem o barco alheio afundar. Acreditam estar inerentes a "justiça divina", aquela de colher o que se plantou por isso pagam o bem com o mal e plantam o maldades sempre que possível.

Esses semeadores da discórdia podem não saber que existe a lei do retorno, mas querido leitor essa lei existe sim! Podemos semear o bem que mais cedo ou mais tarde iremos felizes colher os frutos de nosso plantio, se não nessa vida, com certeza em outras (mesmo que você acredite que não). Todo mal que você, pessoa do bem vem sofrendo, se transformará em degraus para seu sucesso, para seu crescimento pessoal e principalmente espiritual. Aprender a retribuir o mal com o bem é o que fará toda diferença.

Não esperar gratidão de pessoas com essência vegetativa e mesmo assim mandar a elas energia de amor, não retribuir com maldade quem fez questão de te prejudicar e agir em prol da humanidade com carinho e força é o que nos ajudará a vencer essas batalhas que dilaceram nossos corações. Precisamos também acreditar na mudança, a fé de que a paz ainda irá reinar (mesmo que só em gerações futuras) também ajuda, mas o que mais fortalece a perspectiva de mudança é aquela máxima de Gandhi "seja você a mudança que quer ver no mundo".

A partir da mudança interna no "eu" de cada um alcançaremos uma aura de paz para nosso planeta. Pense positivo e descubra o bem incomensurável que isso faz, seja o contra efeito do negativismo, potencialize a energia da sua aura e faça o bem!


Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... Tornam-se seu destino.
Mahatma Gandhi

Luz e paz a todos!

Juliana Peixoto

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Voltar às origens


Um caminho que parecia de azar me deu sorte, caminhei lentamente até chegar ao que eu não imaginava ser o paraíso, minhas vistas se ofuscaram com tamanha beleza, me senti a pessoa mais privilegiada do mundo. O mar parecia um grande lençol de cetim azul. Transparente e lindo. Dava para visualizar cardumes de peixes corais coloridos tartarugas e golfinhos, palavras apenas não conseguem descrevem tamanha beleza, e meus olhos brilham só de lembrar. 

Fotografias mentais ficaram registradas como tatuagem em minhas memórias, lembrança palpável não restou, pois situações como essa onde podemos apenas contemplar com a visualização e as inúmeras sensações que fui descobrindo, geralmente não dá pra registrar, não daria para levar câmera fotográfica em uma viajem astral, e captar o que via com meus olhos nus era simplesmente impossível. Apenas pude sentir, mergulhei e então mais sensações pude conhecer e celebrar. Nessa hora desejava que o relógio parasse e que o tempo se perpetuasse naquele instante, mas o sol se despediu deixando um gosto de quero mais...

Nuvens se formaram no céu, o vento foi ficando mais forte e precisei mudar meu norte, embora preferisse criar raízes por lá. Areia fina e macia, água morna, algumas árvores que davam sombras refrescantes, vegetação nativa, alguns bichinhos em seu habitat natural, ali eu era intrusa, mas me sentia local.

Não queria despertar dessa viajem, não quis ir embora e até hoje penso em voltar, vou trabalhando como louca, mas nessa babilônia é difícil gastar menos do que se ganha, e não bastasse o pouco, vem o governo e rouba mais um tanto... Há juros e correção monetária, os banqueiros se enriquecem sem trabalhar e assim tentam sugar minha alma, que nessa altura do campeonato não é mais tão calma e chego a ser tomada pela angústia...

O princípio real e verdadeiro da vida vai se apagando até não restar sombra, e o que era essencial se torna supérfluo, me vejo num mundo diminuído, não me vejo totalmente como sou... Estou envolta numa carcaça de beleza que nem a mim convence (mesmo que o espelho afirme que sim) sinto o grande eu ser diminuído por disputas de ego, e cada um vai apodrecendo em seu tempo.

A indignação e a revolta matam (lentamente), de dentro pra fora pois não é possível nem protestar. O descaso desgasta a fé e a alienação apaga o desejo por mudanças, e eu apenas desejo voltar pra lá, não me permito morrer por indignação.

Vivo em um sonho eterno, ora dormindo, ora acordada (com uma esperança que já decretou falência) de que tudo vai mudar, de que o ser humano vai despertar para o amor incondicional e enclausurada nessa utopia vou conhecendo pessoas que pensam (se não igual) muito parecido a mim. Discutimos ideias e ideais, meditamos, e transmutamos sentimentos de baixa vibração em amor.

Procuramos nos sintonizar na frequência da paz e então por alguns momentos consigo me abstrair da esfera sócio-política brasileira. Faço planos e me desfaço inteira nessa alegria passageira que insisto em não chamar de ilusão. Mas um dia eu volto para o meu lugar, lá existem abraços calorosos e sem fim, é um local que você vale simplesmente por existir e não pelo que tem, nem pelo que é, simples, só respirar para perceber que ali você é parte do todo

A minha natureza está me chamando para voltar, mergulhar na essência, me conectar apenas com o que é verdadeiramente bom, tornar a ser o que nessa altura do campeonato, parece nem mais existir e há muito tempo anda esquecido pelo homem.

Voltar para o lugar de onde eu vim, esse sim é o meu desejo maior, tenho certeza que não sou deste planeta, quiçá nem desta galáxia, minhas memórias não me enganam, sei que um dia eu vivi em condições de amor pleno com todos os seres, iguais ou diferentes de mim.

Quando conseguir meu sonhado regresso a essa minha "terra natal", terei muita história para contar, histórias de uma vida que lutou incessantemente, que pensou em desistir, que amou, chorou, perdoou, se rendeu mas sobreviveu até cumprir a missão de disseminar o amor incondicional como principal ferramenta de cura, paz e harmonia. Até que isso se torne realidade, vou trilhando meu caminho, distribuindo sorrisos, dividindo dádivas, semeando amor e chorando (quando preciso) para aliviar o peso da dor que ainda sinto com a ingratidão humana, mas isso faz parte e eu vou aprender a equanimidade em sua totalidade.

Luz e paz a todos é o que deseja essa alienígena que vos escreve!

Juliana Peixoto